Copa de 2018: a Inglaterra teme espionagem

A Football Association (FA), Federação Inglesa de Futebol, decidiu ampliar as medidas de segurança para a utilização de telefones celulares, tablets e computadores da equipe que vai disputar a Copa do Mundo de 2018 na Rússia. A razão está todos os dias no noticiário sobre segurança no mundo inteiro: na Rússia existe uma grande quantidade de especialistas em segurança e também muitos hackers interessados na exploração de vantagens obtidas pelo acesso a esses disposivos ou à comunicação entre eles. Embora não diga explicitamente, a FA tem receio de espionagem sobre seus atletas e sobre a equipe técnica.

Em agosto deste ano, o grupo hacker Fancy Bear, ligado à Rússia segundo investigadores ocidentais, divulgou exames anti-doping de jogadores de futebol e informou que mais de 150 deles não passaram nos exames em 2015. Em setembro ano passado, o grupo anunciou ter conseguido o banco de dados da Agência Mundial Anti Doping.

Uma das recomendações da FA para a equipe que vai à Copa é que não se utilize de Wi Fi público, mesmo nos hotéis onde ficar hospedada. Os cuidados incluem o uso de senhas com criptografia forte, equipamentos de rede reforçados e orientações rígidas para a utilização das redes sociais.

A Inglaterra lidera o Grupo F com atualmente 20 pontos e poderá garantir sua participação na Copa de 2018 se vencer a Eslovênia num jogo marcado para o dia 5 de Outubro no estádio de Wembley.

 

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